Uma princesa nada boba

Uma princesa nada boba

Autor(a): Luiz Antonio

Ilustrador: Biel Carpenter

Editora: Cosac Naify

Ano de lançamento: 2011

 

Resenha

O título do livro já diz tudo. Uma princesa nada boba tem como protagonista uma garota que deseja ser princesa, mas não sabe exatamente como, nem qual princesa ser. “Cachinhos dourados, longos fios escorridos e narizinho pontudo” parecem não combinar muito com o perfil da menina. Aos poucos, as ilustrações de Biel Carpenter vão revelando ao leitor quem ela é: pele negra, lábios grossos, roupa estampada. É no sítio da avó, onde passa as férias, que a menina descobre o “tipo de princesa” que é. Um banho de água perfumada e flores amarelas lançadas no rio, sob as bênçãos da avó, revelam sua identidade e a colocam em contato com seus ancestrais e herança cultural. A menina, que no início da narrativa apresenta-se com o nome Stephanie, descobre-se Odara. Inspirado na mitologia e história africanas, o autor apresenta nas últimas páginas do livro um breve texto informativo no qual relaciona e descreve personalidades africanas que têm alguma relação com o Brasil, como Nzinga Mbandi, rainha de Ndongo e Matamba, atual Angola, e Oxum, orixá que simboliza a feminilidade.

 

Trecho do livro:

“Elas eram diferentes das princesas que eu conhecia. Não só pelos cabelos, vestidos, castelos. Eram inteligentes. E nada bobas.” (Livro sem numeração nas páginas)
Para quem?
aut sozin exp sozin
Para quê?
emocionar