O que nos conta Chapeuzinho Vermelho?

O enredo de algumas histórias, como a de “Chapeuzinho Vermelho”, é tão marcante que poucas palavras bastam para que o conto volte à memória. O curioso é que, além de sobreviverem à passagem do tempo, essas mesmas histórias são contadas por povos e gerações de países diferentes. Inspirados pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, que resgataram a tradição oral para escrever Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos (1812-1814), uma nova geração de pesquisadores se aventurou fora das bibliotecas e foi à procura de mais proezas sobre animais mágicos e heróis incansáveis. Uma das descobertas mais interessantes foi a recorrência dessas tramas tradicionais em culturas distantes e diferentes.

Recentemente, um estudo coordenado por um antropólogo inglês e publicado na revista Plos One, descobriu, por exemplo, que variações da Chapeuzinho, do Lobo e da Vovó aparecem em contos europeus, asiáticos e africanos, cada um registrado de acordo com cada cultura. Como explicar que o infortúnio da jovem de capuz, ouvido em 1950 por uma criança na França, possa ter sido contado para outra 200 anos antes na Ásia?

Clique aqui e saiba mais sobre esse estudo: https://jornalggn.com.br/noticia/pesquisador-traca-dna-de-chapeuzinho-vermelho

No fórum desse mês, queremos saber: qual o impacto desse conto em sua história de leitor? Por que Chapeuzinho Vermelho está presente em tantas culturas e se revela tão fascinante para leitores de todas as idades?

Participe, deixe seu comentário e descubra que a leitura é uma experiência muito mais interessante quando pode ser compartilhada.

Ilustração: Beatriz Martin Vidal (www.beavidal.com)

avatar

escrito por

Denise Guilherme é Mestre em Educação, formadora de professores e consultora na área de projetos de leitura. Desde cedo, apaixonada por palavras ditas e escritas. Descobriu nos livros um caminho para entender a si mesma e aos outros. E ficou tão encantada com o que viu que decidiu compartilhar com o mundo.

gostou? compartilhe!

comente pelo facebook
7 Comentários
  1. Rosana Lopes Fernandes07 fev, 2014Responder

deixe seu comentário