Muito prazer, Anthony Browne!

Chegaram hoje às grandes livrarias de todo o Brasil dois livros de um dos maiores escritores ingleses da atualidade: Anthony Browne. Por seu trabalho incrível como ilustrador infantil, o autor recebeu o prêmio Hans Christian Andersen e foi nomeado Children’s Laureate entre 2009 e 2011.

Seus livros ainda são pouco conhecidos pelos jovens leitores brasileiros mas, basta apenas um rápido olhar sobre seu trabalho para logo entendermos os motivos que levam Anthony a ser considerado um dos principais criadores de livros álbum do mundo, traduzido em mais de quinze idiomas. Em suas obras, a literatura visual é tão importante quanto a escrita. E o jogo que se estabelece entre texto e imagem é sempre um convite irresistível aos leitores mais atentos.

leitura_em_rede_VozesNoParqueEm Vozes no Parque (Pequena Zahar), uma mesma história é narrada por quatro personagens. Para construir os pontos de vista de cada um deles, o autor põe em jogo diferentes recursos: fonte, texto e a perspectiva das imagens, são apenas alguns deles. O desafio – e também a diversão – é tentar descobrir as relações entre esses aspectos e incluir a voz de cada um dos leitores na construção da narrativa desse curioso passeio no parque.

Você pode conferir uma prévia do livro clicando aqui.

 

 

 

 

 

leitura_em_redeNaFlorestaJá o  livro Na floresta (Pequena Zahar) trata das travessias que fazemos em nossa vida. Para crescer, para vencer nossos medos, para chegar até o o outro lado é preciso enfrentar a floresta. Repleto de referências a contos de fadas, a obra traz uma profunda reflexão sobre alguns dos grandes temas humanos, sempre presentes nas melhores histórias: o medo e o fascínio pelo diferente, a perda do que nos é familiar e o encontro com o novo, as escolhas que nos fazem abandonar o conhecido e avançar em busca do desconhecido.

Para abrir o apetite, espia só aqui.

 

 

Ainda vamos ouvir muito falar desse autor e seus livros. É impossível conhecer sua obra sem se apaixonar pelas imagens primorosas que misturam fantasia, surrealismo e referências a elementos da cultura universal. Esperamos que os leitores brasileiros façam bom uso desse presente!

Se você ficou ainda mais curioso depois dessa breve apresentação do autor inglês e de sua obra, a Revista Emília publicou, esse mês, um artigo imperdível sobre ele escrito por Ana Garralón. Vai lá.

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