A extraordinária jornada de Edward Tulane

A extraordinaria jornada de Edward Tulane_WMF Martins FontesTítulo: A extraordinária jornada de Edward Tulane

Autora: Kate DiCamillo

Ilustrador: Bagram Ibatoulline

Editora: WMF Martins Fontes

Resenha:

A jornada de Edward Tulane, um elegante coelho de porcelana, se desenvolve em vinte e sete capítulos. Muito de extraordinário lhe acontece: os lugares profundos em que ele é arremessado, as pessoas que o encontram, inventam para ele um novo nome e lhe oferecem vivências únicas.

O mais extraordinário, no entanto, é que este coelho de porcelana aprenderá as alegrias e os sofrimentos de se sentir amando alguém e carregando-os consigo mesmo sem a esperança de revê-los.

Trata-se de uma jornada sensível, profunda e cheia de reviravoltas.

Este é quarto livro da escritora estadunidense Kate DiCamilo publicado e reconhecido no Brasil.

É ilustrado pelo aclamado russo Bagram Ibatoulline cuja linguagem é muito próxima da fotografia. Aliás, o tom sépia que perpassa todo o livro nos dá a sensação de estarmos recordando uma história muito antiga.

A extraordinária jornada de Edward Tulane foi o título selecionado pelo Clube de Leitores A Taba no mês de junho.

A Raquel Souza é professora, assina o Clube de Leitores e leva os livros para a sala de aula. Sua aluna Ana Beatriz Maia contou como foi sua leitura:

O livro “A extraordinária jornada de Edward Tulane” é nada mais e nada menos que um livro sobre uma menina que morava no Egito em uma casa onde ficava um brinquedo em formato de coelho. Ele tinha partes do corpo de porcelana, seus braços e pernas eram articulados e presos por um arame, fazendo eles se dobrarem, as orelhas, eram de coelhos de verdade seu rabo também, fazendo o brinquedo ser bastante fofo, macio e delicado. O nome dele era Edward Tulane, o nome que a menina escolheu. Ele tinha um guarda-roupa extraordinário, que possuía ternos de seda, chapéus com buracos para suas orelhas.
A menina, dona do brinquedo, se chamava Abilene. A garota era muito cuidadosa com seu amado brinquedo. Todas as manhãs ela dava corda no relógio do coelho e dizia: 
– Pronto, Edward , quando o ponteiro maior estiver no doze e o pequeno no três estarei de volta.
Já percebeu que ela o tratava como uma pessoa normal? Pois é, a menina achava que ele era uma pessoa, mas não era só por isso que ela o tratava bem, era também porque foi sua avó  que lhe deu o coelho, e porque ela era pequena e achava que ele iria responder ela, se mexer etc.
Os dois juntos (a menina e o Edward) era uma confusão danada, eles brincavam de muitas coisas.
A menina era inseparável do coelho, porém o pai dela não gostava muito, porque ela era fascinada pelo o brinquedo, não largava ele de jeito nenhum, e ele vê a menina como uma menina crescida, sem poder brincar com brinquedos, ainda mais com um coelho de mentira né?!? O pai também era o único que não aceitava – a mãe adorava, a avó também. Ela, para deixar a garota feliz, contava histórias de noite para eles dormirem bem.
O livro é muito interessante, então por que você não lê?? Assim vai saber mais sobre a história . Eu amei ler!!! Porque me identifiquei bastante com as confusões que ela fazia.

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Em 2017, convidamos assinantes do Clube de Leitores A Taba para compartilhar suas experiências de leitura durante um trimestre, abrindo as conversas em nosso fórum. Para conhecer a Raquel, clique aqui.

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